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Bolsas | Ensino Superior - Portugal

Blogue desenvolvido e coordenado, a titulo voluntário e gratuito, por um Técnico Superior de Ação Social Escolar.

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TÉCNICAS E MÉTODOS DE ESTUDO | BOLSASup.com

Técnicas simples que podem ajudar a melhorar o estudo
 
Antes de mais, será importante perceber que as estratégias adaptadas às características de cada aluno, são fundamentais para o sucesso escolar. As Técnicas e os Métodos de Estudo podem ser definidas como um conjunto de ferramentas dirigidas para a aquisição, a compreensão e a exposição da informação, privilegiando as estratégias educacionais mais adequadas para cada fase de aprendizagem.
É importante ter sempre presente que o estudo começa logo no início de cada ano/disciplina. De nada serve adiar o momento de início do estudor. Para que tudo possa correr da melhor forma possível, então será necessário começar, desde logo, a iniciar as leituras, ir tirando apontamentos e, não menos importante, planear e  organizar o espaço e o tempo.

 

Deverão ter em conta:

  • A planificação: planificar o estudo por vários dias, escolhendo as tarefas para cada dia, consoante um plano previamente elaborado;

 

  • A organização do horário e do espaço: optimização dos horários e das actividades extracurriculares, do horário dedicado ao estudo e do espaço físico;

 

  • Os instrumentos de recolha de informação: estratégias de recolha de informação de um texto, das aulas ou de uma exposição audio-visual;

 

  • As diferentes técnicas de memorização de informação: estratégias e técnicas que otimizam as aptidões mnésicas;

 

  • Os instrumentos de exposição de informação: estratégias de elaboração de respostas e de textos;

 

  • A adaptação das estratégias a cada disciplina/tarefa escolar: uso de estratégias de estudo diferenciadas para cada disciplina e tarefas;

 

  • A adaptação das estratégias ao perfil cognitivo: uso de estratégias de estudo, adaptadas às áreas fortes e às áreas fracas do perfil cognitivo;

 

  • As técnicas comportamentais de persistência e de resistência à frustração: técnicas que permitem manter a atenção e dar a continuidade necessária a uma planificação de estudo longa.

 

No que respeita às leituras e aos apontamentos:

  • deve selecionar aquilo que é importante ler e organizar os apontamentos
  • não registar demasiada informação numa só página;
  • ter um sistema de numeração e identificação das folhas;
  • prever um espaço para registar as referências bibliográficas;
  • utilizar palavras e frases-chave;
  • escrever um parágrafo por ideia;
  • deixar um espaço maior quando muda de assunto;

 

No que respeita ao espaço de trabalho:

  • Definir um local de estudo principal e sem distracções;
  • desligar o computador e o telemóvel se não estiverem a ser utilizados para a pesquisa/estudo;
  • ter os documentos organizados, em sequência;
  • ter a secretária ou mesa de trabalho limpa, apenas com o essencial;

 

Quanto ao horário:

  • deixar o tempo necessário para cada tarefa, mas não tempo em demasia;
  • juntar itens semelhantes, se é necessário enviar correio electrónico, fazê-lo todo de uma vez;
  • deve-se construir o horário de acordo com o ritmo biológico natural;
  • dedicar as horas mais produtivas para os trabalhos mais importantes;
  • ainda assim, nada como começar cedo;
  • utilizar os pequenos espaços de tempo, que podem servir para dar andamento a pequenas tarefas;
  • organizar as tarefas em blocos – a duração de cada bloco deve variar em função do tipo de tarefa;
  • juntar tarefas semelhantes;
  • prever espaço e tempo para refeições e intervalos. É essencial descançar.
  • deixar espaço para os imprevistos.
 
 
 
Há quem garanta que usar o mesmo sabor de pastilha no estudo e nos testes, ajuda a avivar a memória na hora H, mas há outras estratégias mais fiáveis. Pela primeira vez na sua longa vida de estudante sente que está a dar o máximo mas os resultados não estão a corresponder. Experimente algumas técnicas simples que o podem ajudar a melhorar as notas já nos próximos testes.

tecnicas de apoio ao estudo.jpg 

  1. Evite estudar tudo ao mesmo tempo pois está provado que dificulta a aprendizagem. Mesmo quando há vários testes ou exames na mesma semana, estude cada cadeira em sessões separadas. Faça intervalos antes de mudar, para dar tempo ao cérebro de fazer refresh antes de entrar noutro tema.
  2. Grave as aulas sempre que os professores o permitirem. Pode ouvi-las a qualquer altura (no autocarro, enquanto faz jogging), o que facilita o estudo, e permite completar os apontamentos sem perder nenhum detalhe;
  3. Escolha a fonte Times New Roman se gosta de fazer os apontamentos em computador, pois está provado que é a letra mais fácil e rápida de ler;
  4. Para quem estuda com música, os instrumentais são a melhor opção. As vozes dificultam a retenção de informação;
  5. Faça intervalos para consolidar a matéria. Os investigadores garantem que o cérebro precisa de tempo para memorizar. Por isso, quando tenta estudar tudo de uma vez, como não faz pausas significativas, a consolidação do que leu é menor;
  6. Mudar de local enquanto estuda ajuda a reter melhor a informação. Em casa basta variar entre o quarto, a sala e a cozinha. Na faculdade é que deverá procurar locais onde o ruído não perturbe o estudo;
  7. Leia primeiro toda a matéria ainda que de uma forma rápida, para perceber onde estão as partes mais importantes e assinale-as. Depois de ter uma ideia geral é mais fácil perceber o que tem de aprofundar - anote os tópicos que terá de saber na ponta da língua, e as primeiras dúvidas que a matéria lhe suscita. No final, deverá ser capaz de dar resposta a tudo;
  8. Fazer testes e exames é a melhor forma de estudar, porque lhe dá a noção exata das matérias que ainda precisam de mais investimento, e treina o cérebro a recuperar a informação que já registou. (Fonte)
 
Técnicas partilhadas por alguns alunos
  • Uma máxima: "Se queres aprender, ensina". Isso leva-te a colocar perguntas a ti próprio (pensando nas mais prováveis que possam sair nos testes) para teres a certeza que sabes a resposta;
  • Fazer um horário de estudo, em que inclui as aulas, os testes e as datas de entrega de trabalhos, as actividades extracurriculares e as alturas em que vai ser impossível estudar (viagens, concertos, etc.). Concentrar-se completamente no estudo quando se senta na sua secretária arrumada e com muita luz. Deixa o telemóvel longe, e se precisa de consultar uma matéria no computador não se liga às redes sociais, nem se abre sites que possam distrair;
  • Fazer testes e exames dos anos anteriores para perceber qual a estrutura e perguntas mais comuns;
  • Em tempo de aulas, revê e faz diariamente os exercícios que foram dados nas aulas, e em altura de exame, esforça-te por entender as matérias, para que não te surjam dúvidas no momento crucial;
  • Assiduidade com qualidade, sentar-se nos lugares da frente para estar concentrado, fazer bons apontamentos, estudar todos os dias em casa e evitar estudar na véspera dos testes. "Preciso de fazer um 'reset' no meu cérebro, para que toda a informação estudada antes, esteja devidamente organizada na minha mente";
  •  Três pilares. Assistir às aulas, principalmente às teóricas, para conhecer os pontos principais de cada matéria e memorizar logo grande parte do que vai sair no exame. Tentar descobrir algo interessante no meio de uma matéria aborrecida que lhe permita tornar o estudo mais agradável. Finalmente, melhorar a concentração com uma alimentação que inclui muitos vegetais, frutas e peixe e um chá com mel, ao deitar, que "funciona como calmante a afasta o stresse".
  • Assistir às aulas com atenção e tirar todas as dúvidas, significa que "metade" do trabalho de estudo está realizado: "Não iremos perder tanto tempo em casa, a tentar perceber o que não 'quisemos'ouvir na aula";
  • fazer bons apontamentos nas aulas e, todos os dias. Quando chega a casa, organiza-os e completa-os com mais informação que pesquisa nas várias fontes à disposição. Garante que os 45 minutos que gasta nesta tarefa dão fruto quando chegam os exames;
  • O estudo também começa na sala de aula. É aí que faz anotações na margem de textos analisados, sinais de perigo desenhados ao mínimo indício de "isto é importante!", registo de títulos e tópicos significativos de apresentações em PowerPoint, identificação de mais referências bibliográficas aconselhadas, e resumo das principais conclusões de trabalhos práticos (individuais ou de grupo) apresentados; (Fonte)

 

 

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